terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

17-02-2015




Olá, como estão?


Hoje é dia de Carnaval…
E querem saber um segredo?
Não digam a ninguém, mas… eu DETESTO o Carnaval.

Não tenho nada contra quem a aprecie e goste de brincar ao Carnaval, desde que não me chateiem.
Por favor, respeitem a minha vontade.
Obrigado.

Não só nunca fui muito foliona, como mascarada já eu ando todos os dias.

Mas sabem o que me tira mesmo do sério, nesta altura do ano?
A constante e irritante mania de imitar os brasileiros.
Fico fora de mim.

Eu sei que posso estar a ser muito mesquinha, mas é por essas e por outras que eu ando sempre a desejar que no dia de Carnaval esteja um frio de rachar.
Que é para que todos aqueles que têm a mania de imitar os brasileiros apanhem uma valente pneumonia.
E depois não se queixem…
Será que essas almas iluminadas não percebem que no outro lado do Atlântico é Verão?...
Cá é Inverno.
Como eu oiço dizer… DAHH!!!

Se querem mesmo imitar, imitem um Carnaval que está mais próximo das nossas condições climatéricas.
Olhem, por exemplo, imitem o Carnaval de Veneza, que tem muito mais beleza e mistério.

Sabem o que digo?
Bem fazem os de Torres Vedras – não há cá imitações para ninguém.
Não é à toa que se intitulam como “O Carnaval mais português de Portugal”.


E é nesta nota que me despeço.
Até à próxima.



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

11-02-2015




Olá, como estão?


Há já algum tempo que não passava por aqui…


Não que sirva de desculpa, mas o frio não me tem dado tréguas:
E como atáxica, pior é.
Pelo menos, comigo.
Fico com os músculos totalmente contraídos, tesos que nem um carapau.
Firmes e hirtos como uma barra de ferro (lembram-se?... Como era mesmo o nome da personagem?... Prof. Alexandrino, ou coisa que o valha…).
Então, no Domingo a coisa esteve de tal maneira, que os meus dedos nem conseguiam segurar a colher, ao almoço…


Mas as coisas são como são.
E o que não tem remédio, remediado está.


Agora…
Já alguma vez se sentiram pequeninos, muito pequeninos, microscópicos até, praticamente invisíveis?
Eu já.
Muita e muita vez.
Ultimamente, então, tem sido por demais.
É praticamente todos os dias.

E depois, parece mesmo de propósito, quando nós nos sentimos assim, na mó de baixo, é que somos assaltados e invadidos pelas nossas memórias mais tristes, qual intruso indesejado.
Por mais pequenas e ínfimas que sejam.
Podem até ter passado quase desapercebidas na altura, mas não interessa.
Quando estamos na lama, tudo volta, com uma clareza surpreendente.
Tudo é reavivado.
E amplificado.
“Eu, verdade seja dita, não me lembro de me ter sentido tão mal na altura, mas agora…”
Com vocês, isto não acontece?
Comigo, sim.

Lembro-me de três situações, muito específicas.
Numa, eu já tinha desequilíbrios, mas ainda andava sem ajuda.
Era uma manhã cedo, em Santarém. Não me lembro do dia de semana, mas lembro-me que o tempo estava nublado, a prometer chuva, e da roupa que vestia: saia de fazenda pregueada azul escura, blusa branca, casaco de malha azul escuro e gravata em tons de azul.
Ia para o trabalho, mas como ainda era cedo, fui ver as montras, para fazer tempo.
No centro da cidade, ao pé da montra do “Ponto Negro” (nem sei se esta loja aina existe…), tenho um daqueles meus desequilíbrios: abano, mas não caio.
Imediatamente, ouço uns risinhos de troça atrás de mim. Dois rapazinhos que passavam. “Aquela já vai bêbada, a esta hora da manhã”.
Eu fiz o que podia fazer: ignorar (?) e seguir em frente(!).

Também me lembro de quando fui ver a peça de teatro “Macbeth”, de Shakespeare, ao Cartaxo.
Eu já andava em cadeira de rodas, mas queria mesmo muito ver esta peça, pois gosto muito de Shakespeare e “Macbeth” é, como um todo, a minha peça de teatro preferida.
(A título de curiosidade, acrescento que a minha personagem masculina preferida, de Shakespeare, é Shylock, de “O mercador de Veneza” e a personagem feminina è Hélène, de “Bem está o que bem acaba”.)
Como o Centro Cultural do Cartaxo, onde a peça estava em cena, tinha as condições de acessibilidade necessárias, pensei que podia ir.
Depois de arranjar quem fosse comigo, lá fui ver a peça de teatro.
E… adorei.
Mas já a pessoa que me acompanhou… detestou.
Até aí, tudo bem: a pessoa tinha todo o direito de não gostar da peça.
Mas daí a gozar abertamente, praticamente a rebaixar…
Não vou mentir, aquilo doeu. Muito.
Sei que a intenção da pessoa não seria essa, mas a verdade é que me senti praticamente sem o mínimo direito de gostar, pensar ou sentir.
Espezinhada, fui assim que me senti.

Ou então daquela vez, em criança.
Era recreio, na escola, e estava a brincar com uns colegas.
Alguém propõe jogarmos “às escondidas” (ou seria “à apanhada”?...), quando um dos meus colegas vira-se para mim e diz: “A Fátinha não joga”.
Vocês não imaginam como aquilo doeu...
Como uma ferroada insuportável.

É…
Por muito que eu tente evitar, é sempre nestas alturas que estas memórias voltam.
Com uma força assustadora.
  
E então, ergo muros e uso uma máscara.
Para me proteger.
Mas esta máscara… muitas e muitas vezes tem um efeito totalmente antagónico ao que é suposto ter: em vez de libertar, aprisiona.
Com grilhetas de aço.


Uma última palavra para falar da actualidade internacional, nomeadamente da Grécia.
Eu sou total e completamente ignorante no que toca a economia, mas quer-me cá parecer que as pretensões da Grécia são, no mínimo, lógicas.
Pagar o que devem, sim, mas conforme podem.
Ou seja, querem o mesmo tipo de acordo que foi feito com a Alemanha, depois da 2ª Guerra Mundial.
E os alemães, logo eles, estão contra?!
Tenham vergonha!!!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

26-01-2015




Olá, como estão?


Fez ontem precisamente 30 anos.
Como o tempo passa…
Parece mesmo que foi ontem.

Dia: 25 de Janeiro de 1985, Sexta-feira
Local: Escola Secundária do Cartaxo
Período: tarde (16h00, aproximadamente)
Acontecimento: Explosão de gás

Esse foi um dia que ficou gravado dentro de mim a ferro e fogo.

E antes que me perguntem, eu digo: não, eu não estava lá.
Apesar de estudar nessa escola: frequentava o 9.º A, na área de Saúde.
Foi o meu 1.º ano nessa escola.

Comecei os meus estudos no Vale de Santarém, na Escola Primária Aristides Graça.
O ensino preparatório (actuais 5.º e 6.º ano), fi-lo na Escola Preparatória Sá da Bandeira (antigo Colégio Andaluz, actual Instituto Politécnico de Santarém), em Santarém.
Para frequentar o ensino secundário, transitei para a Escola Secundária de Marvila (antiga Escola Comercial, actual Escola Secundária Dr. Ginestal Machado), também em Santarém.
Como, ao transitar para o 9.º ano, tinha que escolher uma área de estudo, escolhi Saúde.
Friso aqui que esta escolha não era definitiva. A escolha da área de estudos só se tornava definitiva ao transitar para o 10.º ano. Ora, como eu já sabia muito bem o que queria (a área de Humanísticas) e como essa área não havia no 9.º ano (só a partir do 10.º ano), escolhi, de entre as áreas possíveis, a que me pareceu mais interessante: Saúde.
Como, na escola onde estudava, não havia essa área, pedi transferência para a Escola Secundária Sá da Bandeira (antigo Liceu Sá da Bandeira), ainda em Santarém.
Mas na altura (em 1984) havia, ironia das ironias, sobrelotação das escolas – alunos a mais para escolas a menos…
Como tal, o meu processo de inscrição foi transferido para outra escola que tinha a área que eu pretendia, perto da minha área de residência.
A Escola Secundária do Cartaxo.
Até que me integrei depressa e bem.
No dia fatídico, estava numa visita de estudo a Mafra e Sintra – mas mesmo que não tivesse, não estaria na escola, pois à Sexta-feira de tarde não tinha aulas. Mas a outra turma que também foi na visita de estudo, o 9.º B igualmente da área de Saúde, estaria a ter aulas na sala imediatamente ao lado da sala onde se deu a explosão.
Durante toda a visita de estudo choveu torrencialmente e ainda hoje me pergunto: saímos todos vivos da experiência, não foi?
A serra de Sintra foi subida, a pé (!), debaixo de uma chuva… diluviana!
Houve quem se metesse por outros atalhos e caminhos e até houve quem se perdesse.
Mas todos, de uma forma ou de outra, regressámos ao autocarro, sãos e salvos.
Já muito depois da hora marcada, chegámos, finalmente, ao Cartaxo – exaustos e molhados, mas felizes por estarmos vivos.
Ainda me lembro dos olhares dos outros alunos presentes na Rodoviária, quando nos viram chegar: um olhar estranho, ausente.
E foi quando soubemos. Aliás, a primeira coisa que nos disseram, foi: “Houve uma explosão na escola e a professora Dália ficou muito mal.”
Não nos souberam dizer mais nada.
Como o autocarro ia para Santarém, pedi ao motorista se me podia deixar no Vale, que ficava em caminho.
Ele assim fez.
Depois de sair do autocarro, quando já estava mesmo a chegar a casa, encontro o meu pai, que já se preparava para ir ao Cartaxo, ver a razão da minha acentuada demora.
“Já soubeste?”, foi tudo o que lhe consegui dizer.
“É claro que já sei.”
Só depois soube da verdadeira dimensão do sucedido. E da razão: uma fuga de gás.
Lembro-me de ter ficado incrédula. E de me recusar a acreditar. Apesar de saber que era verdade.
Passei o fim-de-semana meio anestesiada, a pensar que só podia estar presa num pesadelo.
Só consegui finalmente acreditar quando, na Segunda-feira seguinte, me desloquei à escola e vi polícias a impedirem a entrada. Ninguém soube transmitir informações. Também vi, com os meus próprios olhos, a sala de aulas onde tinha acontecido, pois a sala era visível da rua. A memória que eu tenho da sala é que as paredes estavam cobertas de negrume e as janelas destruídas.
Nos dias imediatamente a seguir, vieram a falecer dois alunos (uma rapariga e um rapaz), em consequência da explosão. Isto, claro está, sem falar daqueles que ficaram marcados para a vida: física e/ou psicologicamente.
Fiquei muito enraivecida com o aproveitamento político da questão, da parte de todos os quadrantes políticos. Com ou sem razão, achei todo aquele circo uma autêntica vergonha, uma verdadeira falta de respeito.
O meu pai, quando soube da explosão, lembrou-se logo que eu não estava na escola. Mas o pai de uma amiga minha que também foi na visita de estudo (era aluna da outra turma), foi logo para a escola. Só depois se lembrou que a filha estava numa visita de estudo.
Uma tia minha, ao saber do sucedido, quis ir logo à minha casa perguntar à minha mãe por mim. Mas teve tanto medo de a minha mãe ainda não saber da explosão, que por várias vezes deu a volta à vizinhança, só para ganhar coragem.
Com a escola encerrada, várias hipóteses foram colocadas, para o resto do ano lectivo. Uma dessas hipóteses consistia em distribuir os alunos pelas escolas secundárias vizinhas, pelo resto do ano lectivo. Outra consistia em a escola permanecer encerrada para reparações e investigações, reiniciando o mesmo ano escolar, no ano a seguir.
Mas, mais ou menos um mês depois da explosão, a escola reabriu. Apenas a área afectada permanecia isolada, sendo só reaberta no ano a seguir.
Ao que julgo saber, somente em 2003 (18 anos depois!) é que a explosão de gás foi considerada um acidente.


E o Syriza ganhou as eleições na Grécia…
É muito bem feito para todos aqueles que diziam que uma vitória do Syriza ia ser mau para o país.
Só porque é contra a austeridade???
Os gregos é que lhes mostraram: no país deles, mandam eles.
E adorei o primeiro acto oficial do novo Primeiro-Ministro: uma homenagem ás vítimas da perseguição nazi.
Para bom entendedor…


Até uma próxima oportunidade.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

21-01-2015




Olá,


No seguimento da publicação de 14/01/2015, aqui mesmo neste blogue, informo que ainda não há qualquer previsão para a tradução para português (de Portugal).
Tal deve-se à falta de tradutores voluntários de espanhol para português (de Portugal).
Se achas que podes e queres embarcar nesta aventura, na qualidade de tradutor voluntário de espanhol para português (de Portugal) e ajudar o livro “O legado de Marie Schlau” a tornar-se uma realidade, entra em contato com olegado4@gmail.com.


Até uma próxima oportunidade.

domingo, 18 de janeiro de 2015

18-01-2015

Olá, como estão?


Depois do frio, a chuva.
É Inverno e está tudo dito.


Agora, não se fala de outra coisa: o namoro do Cristiano Ronaldo e da Irina Shayk chegou ao fim.
E daí?, pergunto eu.
Qual é o interesse para a humanidade?
Até parece que nunca nenhum casal acabou o namoro.
Eles acabaram?
Deixá-los terem acabado.
Não foram os primeiros.
Nem vão ser os últimos.


Ainda o Cristiano Ronaldo.
Ao que ouvi dizer (eu não vi), na gala dos 100 anos da Federação Portuguesa de Futebol, o Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor futebolista português de sempre.
Com o devido respeito pelo Cristiano Ronaldo, acho essa eleição uma treta.
É a mesma coisa que comparar alhos com bugalhos.
NINGUÉM é o melhor de sempre.
Em coisa nenhuma.
Quando muito, o melhor da sua geração.


Fui agora contactada por uma pessoa com quem já não falava há muito tempo, pois essa pessoa fez algo de que não gostei.
Na altura disse-lhe isso mesmo e afastámo-nos.
Agora, essa pessoa tomou a iniciativa e deu o primeiro passo.
Embora tenha ficado surpreendida, gostei bastante do gesto dessa pessoa.
Quanto à coisa de que não gostei, está ultrapassada.

Não digo perdoada, pois não pratico o perdão.

Eu sei que isto pode parecer horrível, mas para mim perdoar significa esquecer e eu não esqueço.
Não consigo.
Como eu costumo dizer, para algumas coisas consigo ter memória de elefante.
Mas também não guardo rancores, isso não.
É um autêntico desperdício.


E é nesta nota, que me despeço.
Até uma próxima oportunidade.


                        



    

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

14-01-2015





Olá, como estão?


Eu hoje estou aqui para vos falar dum projecto literário internacional do qual tenho o maior orgulho em dizer de que fiz parte: um projecto literário internacional contra a ataxia de Friedreich.

18 autores (Maria Blasco Gamarra; M. Luz González Casas; Diego Plaza González; Imaculada Priego Priego; Maria Pino Brumberg; Eva Plaza González; Pilar Ana Tolosana; Miren Kristina Zarrantz Elizalde; Rámon Roldán Herreruela; Sarah Allen; Nicola Batty, entretanto já falecida; James Wafer, autor da capa; Fátima d’Oliveira; Susan Allen Carter; Jamie Leigh Hansen; Claudia Parada; Marguerite Black; Rebecca Stant).
7 países (Espanha, Reino Unido, Portugal, EUA, México, África do Sul, Austrália).
4 continentes (Europa, América do Norte, África, Oceânia).
3 línguas (espanhol, inglês, português).
1 livro (“O legado de Marie Schlau”).

1 ideia, 1 vontade, 1 objectivo: divulgar a ataxia de Friedreich, uma doença rara, incurável, genética, progressiva e altamente incapacitante e, ao mesmo tempo, angariar fundos para a investigação da doença, na busca dum tratamento e/ou cura.

Esta aventura teve início em 2010, quando a autora Maria Blasco Gamarra entrou em contacto com a associação BabelFAmily (http://www.babelfamily.org), uma organização internacional que luta contra a ataxia de Feidreich, com a ideia de um projecto pioneiro: a escrita de um livro, um romance original, por autores com ligações à ataxia de Friedreich.

E assim começa nascer “O legado de Marie Schlau”.

Finalmente, em 2014, foi publicada a versão impressa do livro em espanhol, “El legado de Marie Schlau”.

De momento, está em preparação a tradução, para posterior publicação, da versão impressa do livro em inglês, “The legacy of Marie Schlau”.

O objectivo é traduzir o livro nos idiomas de todos os autores. Tal só é possível devido ao excepcional trabalho desenvolvido pela dedicada equipa de tradutores, todos em regime de voluntariado, da BabelFAmily.

Algumas entrevistas com alguns dos autores já estão disponíveis em http://www.babelfamily.org/pt/.

É da maior importância frisar veementemente que todas as receitas angariadas com a venda deste livro destinam-se à investigação da ataxia de Friedreich na busca dum tratamento e/ou cura.

Para mais informações, podem contatar a associação BabelFAmily, através do site (http://www.babelfamily.org/pt/ - Contatos).


Aliás, a BabelFAmily está sempre mais e mais necessitada de tradutores voluntários.
Quantos mais, melhor.
A união faz a força.
Se acham que podem contribuir, podem sempre entrar em contacto com a BabelFAmily (http://www.babelfamily.org/pt/ - Contatos).
Acreditem: são sempre bem-vindos.


Até porque a je é a única representante da língua portuguesa neste projecto.
Senão, vejamos:
- língua espanhola – 10 representantes (Espanha – 9, México – 1)
- língua inglesa – 7 representantes (Reino Unido – 3, EUA – 2, África do Sul – 1, Austrália – 1)
- língua portuguesa – 1 representante (Portugal – 1, eu mesma)


E é com esta nota que me despeço.
Até uma próxima oportunidade.




sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

02-01-2015





Olá, como estão?


E cá estamos, no amanhecer de um novo ano, 2015.


Eu já nem me dou ao trabalho de pedir os 12 desejos de ano novo, com as badaladas da meia-noite.
Quer dizer, eu cumpro o ritual: vocês sabem, aquele das 12 passas.
Mas não me dou ao trabalho de pedir 12 coisas diferentes.
Ao invés, só peço uma: ser feliz.
Não importa como.
Mas ser feliz.


Um dia destes dei por mim a pensar em coisas que me comovem, ou mexem comigo, ao ponto de me fazer ir ás lágrimas.
Há algumas que, garanto-vos, nunca falham.
·         A canção “A todos um Bom Natal”, cantada pelo Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras
Sempre que ouço esta canção, é tiro e queda: dou por mim a chorar.
·         Histórias do 25 de Abril de 1974
Basta-me ver um qualquer documentário sobre “A Revolução dos Cravos”, que fico comovida.
·         Explosão de gás na Escola Secundária do Cartaxo*
Esta é uma história que me é mais, vamos lá, pessoal. É que eu estudava nessa escola e, ainda hoje, sempre que alguém fala no assunto, fico assim a modos quem arrepiada, com pele de galinha. Eu não estava na escola, mas ainda hoje a história mexe comigo.

*25 de Janeiro de 1985



E é com votos de que este ano que agora se inicia, 
vá de encontro a todos os vossos desejos, que por agora me despeço.



Até uma próxima oportunidade.