quarta-feira, 6 de maio de 2015

Portuguesmente falando (06/05/2015)



Olá, como estão?


Quem me conhece, sabe que não suporto erros de português, nomeadamente de ortografia.
Eu também os dou e faço já daqui mea culpa (às vezes é cada pontapé na gramática), mas que diacho!, às vezes dou com erros – e não são tão poucas como isso – que não lembram a ninguém…
… “esqueção” em vez de “esqueçam”…
… “rejistar” em vez de “registar”…
… “descanço” em vez de “descanso”…
E muitos mais que tais.

Lembro-me duma situação que aconteceu há anos: recebi um recado escrito duma pessoa. Até aí, tudo bem.
Só que eu não percebia nada – estava cheio de erros de ortografia.
Podem não acreditar, mas foi só quando comecei a ler em voz alta, é que eu comecei a perceber – pelo som, pela sonoridade das palavras.

Eu sei que a língua portuguesa é muito traiçoeira, mas bolas!, vamos lá a não exagerar…

E ainda não falei do meu ódio de estimação: a (nem lhe chamo palavra…) expressão “prontos”.
Até fico com urticária quando ouço essa… coisa.
Sério.
Um dia, juro, ainda dou um valente par de sopapos a quem se atrever a articular essa… coisa à minha frente.
Ficam já avisados.
E quem vos avisa…


Fico por aqui.
Até uma próxima oportunidade.


terça-feira, 5 de maio de 2015

Linguajares (05/05/2015)




Olá, como estão?


Hoje assinala-se o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura.

No dia 5 de Maio é comemorado o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura entre os países de Língua Portuguesa. Nesta data os países do espaço lusófono procuram desenvolver atividades que promovem a Língua Portuguesa e a cultura lusófona pelo mundo. O dia 5 de Maio também é conhecido como Dia da Cultura Lusófona.
Origem do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura
Em 2005 ficou decidido em Luanda, Angola, que o dia 5 de Maio seria o Dia da Língua Portuguesa, mas a data só foi oficializada em Junho de 2009 em Cabo Verde, quando os países que pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) se reuniram e chegaram a acordo no XIV Conselho de Ministros da CPLP, realizado em Junho de 2009, em Cabo Verde.
Países que Celebram o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura

O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura é celebrado nos oito países que pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.




A língua portuguesa, também designada português, é uma língua românica flexiva originada no galego-português falado no Reino da Galiza e no norte de Portugal. Com a criação do Reino de Portugal em 1139 e a expansão para o sul como parte da Reconquista deu-se a difusão da língua pelas terras conquistadas e mais tarde, com as descobertas portuguesas, para o BrasilÁfrica e outras partes do mundo. O português foi usado, naquela época, não somente nas cidades conquistadas pelos portugueses, mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros poderosos. Especialmente nessa altura a língua portuguesa também influenciou várias línguas.
É uma das línguas oficiais da União Europeia, do Mercosul, da União de Nações Sul-Americanas, da Organização dos Estados Americanos, da União Africana e dos Países Lusófonos. Com aproximadamente 280 milhões de falantes, o português é a 5ª língua mais falada no mundo, a 3ª mais falada no hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul da Terra.
Durante a Era dos Descobrimentos, marinheiros portugueses levaram o seu idioma para lugares distantes. A exploração foi seguida por tentativas de colonizar novas terras para o Império Português e, como resultado, o português dispersou-se pelo mundo. Brasil e Portugal são os dois únicos países cuja língua primária é o português. Entretanto, o idioma é também largamente utilizado como língua franca nas antigas colónias portuguesas de MoçambiqueAngolaCabo VerdeGuiné EquatorialGuiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, todas em África. Além disso, por razões históricas, falantes do português são encontrados também em Macau, no Timor-Leste e em Goa.
O português é conhecido como "a língua de Camões" (em homenagem a uma das mais conhecidas figuras literárias de Portugal, Luís Vaz de Camões, autor de Os Lusíadas) e "a última flor do Lácio" (expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac). Miguel de Cervantes, o célebre autor espanhol, considerava o idioma "doce e agradável". Em Março de 2006, o Museu da Língua Portuguesa, um museu interativo sobre o idioma, foi fundado em São PauloBrasil, a cidade com o maior número de falantes do português em todo o mundo.



Por hoje despeço-me.
Até uma próxima oportunidade.




sexta-feira, 1 de maio de 2015

Reflexões (01/05/2015)




Olá, como estão?


Há dias li um comentário, muito sábio e avisado, de um amigo, no Facebook.
Basicamente esse comentário salientava a falta de união que teima em grassar entre a comunidade atáxica.
Enquanto atáxica que sou, foi com profunda e sentida tristeza que me vi obrigada a dar razão a esse amigo.
Porque é verdade!
Quantas e quantas vezes não vi já, nas páginas de grupos de apoio existentes no Facebook, comentários absolutamente despropositados…
E quantas e quantas vezes não mordi já a língua e refreei os meus dedos de digitar uma resposta tipo “Cala-te e vai fazer alguma coisa por ti abaixo”.
Porque depois de me acalmar, eu sei ver que aqueles comentários são fruto da frustração e desespero.
Frustração e desespero de esperarem há anos por uma luz ao fundo do túnel e por continuarem a não a vislumbrar.
Que diacho!, também eu por vezes me sinto assim.
Mas nunca fui de grandes manifestações.
Mas uma das coisas que eu tenho notado mesmo uma grande falta de união e, quiçá, desinteresse.
Não me entendam mal: eu não estou a dizer que os atáxicos não querem uma solução para o seu problema. Porque isso eles querem. Desesperadamente.
O que eu estou a dizer é que eles não se unem e teimam em ficar cada um no seu canto.
E isso, permitam que o diga, é um erro.
Quanto mais não seja, por motivos práticos.
Porque não tenhamos ilusões: a grande maioria das investigações na área das ataxias é
financiada pelas associações de doentes. Mas são os sócios, com o pagamento das suas quotas, que financiam estas últimas. Ou seja, em última análise, somos nós, enquanto sócios pagantes, que financiamos as investigações.
Portanto, em vez de esperarem e desesperarem sozinhos e isolados, unam-se. Associem-se. E poderão assim encontrar uma outra família.
Em Portugal existe a APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu), cujas portas estão sempre abertas e onde serás sempre bem-vindo.
Junta-te à APAHE e faz-te sócio!


E hoje assinala-se o Dia do Trabalhador.

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores é celebrado anualmente no dia 1 de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado em vários países. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.
Em 1886 teve lugar uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago, nos EUA.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de três manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos polícias que começavam a dispersar os manifestantes matando um agente, na rixa que se seguiu sete outros morreriam. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. No seguimento cinco sindicalistas serão condenados à morte e três condenados a pena perpétua. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haimarcet.
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Apesar de até hoje os norte-americanos se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores norte-americanos conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.



E por hoje fico-me por aqui.
Até uma próxima oportunidade.






domingo, 26 de abril de 2015

Leituras (26/04/2015)

Olá, como estão?


Ontem, o Presidente da República, Cavaco Silva, atribuiu a Ordem da Liberdade à cidade de Santarém, pelo papel que esta desempenhou na revolução dos cravos – afinal, não nos podemos esquecer que foi de Santarém, mais precisamente da Escola Prática de Cavalaria, que saiu a coluna militar comandada por Salgueiro Maia, com direcção ao Largo do Carmo, em Lisboa.

Mas nas cerimónias comemorativas do 25 de Abril em Santarém, o agora Presidente da República foi muito criticado por, enquanto Primeiro-Ministro, ter recusado a atribuição de uma pensão a Salgueiro Maia, quando ele estava já muito doente – pelo menos, é esta a percepção que tenho: a de uma tremenda injustiça e suprema ingratidão.
Mas convenhamos, ele realmente fez o que fez, mas… onde estava o Exército, para defender um dos seus? E o Presidente da República, para discordar dessa decisão? Posso estar muito enganada, mas perante isto, só faço uma leitura, resumida numa só palavra: cumplicidade.


Ainda ontem terminei de ler o livro “É possível”, de Rui Bernardino & Cláudia Cambraia
(Chiado Editora, 2014). E como se trata de uma história de vida de quem padece de ataxia de Friedreich (no caso, o Rui), as comparações com o meu livro “Quando um burro fala, o outro baixa as orelhas” (Chiado Editora, 2010), tornaram-se inevitáveis.
Diferenças literárias à parte e apesar de termos a doença em comum, os nossos percursos são muito diferentes.
Logo a começar pelo género: ele é homem, enquanto que eu sou mulher.
E não é só.
Se ficaram curiosos e com a pulga atrás da orelha, convido-os a lerem os livros e a tirar as vossas conclusões.


Por hoje, fico por aqui.
Até uma próxima oportunidade.




sábado, 25 de abril de 2015

Alembraduras (25/04/2015)




Olá, como estão?

Hoje é dia 25 de Abril, Dia da Liberdade.
Pelo menos, cá neste nosso cantinho, à beira-mar plantado.

Foi há 41 anos, em 1974.

E antes que me façam aquela icónica pergunta, “Onde estavas no 25 de Abril?”, eu desde já digo que não me lembro (que diacho!, eu só tinha 4 anos…), mas, ao que consta, nesse dia eu fiz uma birra daquelas…
Eu explico: segundo a minha mãe, à tarde costumava dar uns desenhos animados que eu adorava.
Ora, nesse dia, no dia 25 de Abril de 1974, não houve emissão e, como tal, não houve desenhos animados.
E diz a minha mãe que foi cá um trinta-e-um… Fiz um autêntico berreiro!
Por causa dos desenhos animados. Ou, mais correctamente, pela ausência deles.
Tentem lá explicar a uma criança de 4 anos que está a decorrer uma revolução e que por isso não pode ver os seus muito queridos desenhos animados.
A minha mãe bem tentou, mas falhou. Redondamente.


Um dia destes postei no meu Facebook uma fotografia duma boneca que tive, a “Tucha Alpinista”.
Mas apesar dessa boneca, desengane-se quem pensa que eu brincava muito com bonecas.
Porque eu não brincava.
E não era à falta de as ter, porque eu até tinha bastantes.
Só que eu nunca fui uma criança muito, vamos lá… feminina.
Na verdade ainda me lembro dos primeiros brinquedos que eu tive a liberdade de escolher.
Duas bolas de plástico, uma às riscas azuis e brancas, outra às riscas encarnadas e brancas e um carrinho de corridas, a imitar os Bugattis antigos, encarnado por baixo e verde por cima.
Também me lembro de certa vez, devia ter à volta de 4, 5 anos e estava a passar férias na Nazaré. Numa quermesse saiu-me um prémio: podia escolher entre uma viola de brinquedo e uma boneca dama antiga.
Olhei para a minha mãe sem saber muito bem o que fazer. Mas ela só disse: “Escolhe o que quiseres”.
Escolhi a viola.


Ontem, ao ver um programa, no canal TLC (canal por cabo), um programa sobre as promoções e como devemos estar atentos, lembrou-me um episódio, que já deve perto de 25 anos, mais coisa, menos coisa.
Aconteceu em Santarém, numa sapataria que não vou nomear – mas que posso dizer que já não existe.
Na altura frequentava um curso de informática e todas as manhãs passava por aquela sapataria, para “namorar” uns sapatos.
O “namoro” era já tão longo e intenso, que já sabia de cor e salteado o preço dos sapatos: 3.000$00.
Como estávamos a chegar à época de saldos, decidi esperar para ver o preço dos sapatos em saldo.
Quando chegou a altura, a curiosidade, confesso, era imensa.
Mas a surpresa foi ainda maior.
Eu explico: na montra, realmente estavam lá os tais sapatos. Mas juntos a eles estava um pedaço de cartolina com dois preços: o que seria o preço antigo com uma cruz por cima e, em algarismos maiores, o preço em saldo.
Até aqui, tudo bem.
Mas como preço antigo indicavam 4.000$00 (ou 4.500$00, já não me lembro bem…) e como preço em saldo indicavam 2.999$00 (deste, eu já me lembro bem).
Ou seja, um saldo de 1$00.
Claro está que tirei logo o sentido dos sapatos…


E agora, só um desabafo:
Porque é que uma empresa (que eu também não vou nomear) ligada às telecomunicações insiste em praticamente assediar os clientes, com chamadas telefónicas a partir de números privados?
È ridículo. E absurdo.
Eu ontem já estava tão farta, que só atendi para dizer que achava a situação patética (como é que uma empresa de telecomunicações tem a audácia de usar números privados?), que recusava-me a atender chamadas de números privados e que ia desligar.
E desliguei.
Fui brusca? Fui, eu sei que fui.
Até porque a pessoa que estava do lado de lá da linha não tinha culpa.
Mas bolas, sou humana.
E a minha paciência tem limites.


E é nesta nota que me despeço.
Até uma próxima oportunidade.




sexta-feira, 24 de abril de 2015

Dia Internacional do Jovem Trabalhador (24/04/2015)




Olá, como estão?


Hoje assinala-se mais um dia internacional.
O Dia Internacional do Jovem Trabalhador

É o 114.º dia do ano (115.º em anos bissextos) no calendário gregoriano.
É também dia de S. Fidélis (ou Fiel) de Sigmaringa (Sigmaringa, Alemanha, 1 de Outubro, de 1578 — Seewis, Suíça, 24 de Abril de 1622) foi um jurista e sacerdote católico, frade da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que levou uma vida de oração e austeridade e se notabilizou como pregador nas campanhas da Contra-Reforma contra o calvinismo no leste da actual Suíça. No contexto da Guerra dos Trintas Anos, foi morto pelos calvinistas devido à sua pregação, razão pela qual é considerado mártir da Igreja Católica, que o canonizou.


Ainda em relação ao dia de ontem, o Dia Mundial do Livro, achei de louvar a iniciativa da Chiado Editora, “Um livro num dia”. 

No entanto, apesar de reconhecer o valor e utilidade da iniciativa, não é sem algum pesar à mistura que constato um certo amargo de boca. Porque, de alguma forma, me senti descriminada. Sei que não era essa a intenção, mas foi como eu me senti. Porque eu não moro em Lisboa. E mesmo que morasse, não sei se me iria conseguir deslocar à Av. da Liberdade. Porque estou numa cadeira de rodas. E quem, como eu, está nesta situação, sabe bem que, muitas vezes, estamos dependentes de terceiros.

Talvez eu esteja a ser egoísta e, quiçá, armar-me em vítima. Talvez seja isso. Porque, convenhamos, eu até reconheço a impossibilidade de fazer as coisas de outra forma. E até pode ser que esta iniciativa tenha servido de ensaio para outra iniciativa, essa sim de âmbito nacional.
Até lá, só posso esperar.


E por agora, me despeço.
Até uma próxima oportunidade.


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro (23/04/2015)




Olá, como estão?
Hoje é vez de se assinalar o Dia Mundial do Livro.


O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a protecção dos direitos de autor. O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995.
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega. Para além disto, nesta data, noutros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.
Todos os anos são organizados uma série de eventos ao redor do mundo para celebrar o dia.


Eu tenho a sorte de já ter visto trabalhos meus publicados (para mais informações, podem consultar o meu outro blogue, “À procura de uma história”, http://aprocuradeumahistoria.blogspot.pt).


Eu já o disse e volto a dizer: para mim, o importante não são os autores. Não interessa quem, mas sim o quê. O que mais interessa é o trabalho. O resto não interessa.
Se me perguntarem, assim de chofre, qual o meu livro preferido, eu tenho que responder “O Clube Dumas” de Arturo Perez-Reverte. Porque foi o livro que mais me surpreendeu.
Mas há mais que considero especiais: “O Lápis do Carpinteiro” de Manuel Rivas e “A Loucura do Rei Marco” de Clara Dupont-Monod.
Há ainda um que sempre que o releio, é como se voltasse a casa: “Solstício de Inverno” de Rosamunde Pilcher.

Sempre que vou a uma livraria, gosto de ver os livros, remexe-los, cheirá-los e senti-los.
Os livros têm que falar comigo.


E por hoje fico por aqui.
Até à próxima oportunidade.