domingo, 24 de abril de 2016

Uma boa notícia (24/04/2016)

Olá, como estão?


Lembram-se de ontem eu ter falado numa iniciativa da Chiado Editora, a segunda edição de “Um Livro Num Dia”?
Pois bem, tive a excelente notícia que o meu trabalho foi seleccionado para integrar a obra em questão.
Para mais informações, podem consultar https://www.chiadoeditora.com/livraria/um-livro-num-dia-vol-ii e caso o desejem adquirir, podem-no fazer através do mesmo site.
Boa leitura!


Ontem vi na televisão uma recomendação do IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera: que vêm aí calor, mas que as pessoas têm que ter presente que as praias ainda não estão vigiadas.
Quando eu ouvi esta (boa) notícia, logo fui consultar o site do IPMA (http://www.ipma.pt), para ver que calor aí vinha.
Afinal, parece que esse tal calor refere-se só a hoje e amanhã. Depois a temperatura volta a descer para os 20ºC/21ºC. Pelo menos, assim parece.


E às vezes não vos dá vontade de apenas gritar ou partir alguma coisa?...
Sabe tão bem…




Por hoje é tudo.
Até à próxima oportunidade.



sábado, 23 de abril de 2016

Terra, Livros e Sol (23/04/2016)

Olá, como estão?


Ontem, dia 22 de Abril, foi o Dia Mundial da Terra.


E hoje, dia 23 de Abril, é Dia Mundial do Livro.
Para assinalar esta data, está a decorrer, em Lisboa, uma iniciativa da Chiado Editora: a segunda edição de “Um Livro Num Dia”, uma antologia de contos.

(Para mais informações, pode consultar https://www.facebook.com/ChiadoEditora/?fref=ts)


E vocês não estão já fartos deste tempo?



Por hoje, é tudo.
Até à próxima oportunidade.




sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ver-tira ou men-dade?... (01/04/2016)



Olá, como estão?


Hoje, dia 01 de Abril, assinala-se o Dia das Mentiras.

O Dia das Mentiras celebra-se com alegria a 1 de Abril.
Mentiras do Dia 1 de Abril
Manda a tradição que neste dia as pessoas contem mentiras e que surpreendam os outros com fatos ou atos inesperados. Para fazer com que as pessoas acreditem na sua história do Dia das Mentiras, deve contar algo que posso acontecer com naturalidade ou regularidade. Desta forma, conseguirá facilmente que os outros acreditem naquilo que conta e será levado a sério.
Os meios noticiosos, nomeadamente jornais, televisões e rádios também contam "histórias fictícias" no dia 1 de Abril. Estas histórias falsas são reveladas no dia seguinte.
O motor de busca Google é outra entidade que adere ao Dia das Mentiras e anuncia novidades (falsas) no dia 1 de Abril. As redes sociais são, cada vez mais, um dos locais onde proliferam as mentiras do dia 1 de Abril.
Origem do Dia das Mentiras
O Dia das Mentiras surgiu por brincadeira na França, no reinado de Carlos IX. Nessa época, o ano novo era comemorado a 25 de Março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes, duravam uma semana e terminavam a 1 de Abril.
Em 1564, com a adoção do calendário gregoriano, o rei decidiu que o ano novo deveria passar a comemorar-se a 1 de Janeiro. Alguns franceses não aceitaram a mudança no calendário e continuaram com a tradição antiga. A população que adotou o novo calendário decidiu então brincar com os "conservadores" enviando-lhes presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o passar do tempo, a brincadeira alastrou-se a outros países da Europa e, mais tarde, para outros continentes.


Em relação aos vencimentos dos deputados, eu defendo a exclusividade, para evitar confusões.
Mas parece que a lei portuguesa permite aos deputados optarem por estarem só a tempo parcial, usufruindo metade do vencimento.
Também sou contra.
Cá para mim, os deputados deviam ser pagos à hora.
E só recebiam mediante as horas de trabalho.
Assim, haveria uma proporcionalidade entre o trabalho efectuado e o vencimento auferido.
E evita-se certas situações, tai como um deputado estar a tempo parcial, quase nunca pôr os pés na AR, mas continuar a auferir metade do vencimento.


Vi numa notícia que iriam ser criados balcões de atendimento para deficientes.
Confesso que, quando vi o título, não fiquei entusiasmada.
(Abro aqui um parêntesis para explicar que estou numa cadeira de rodas.)
Parecia-me uma medida mais de exclusão do que inclusão, percebem o que eu quero dizer?
Mas depois de ler o artigo, percebi: o que se pretende é criação de balcões especializados em assuntos relacionados com a deficiência – pelo menos, foi isso que percebi..


Por último quero aqui partilhar um poema, “Dois Rumos” de Carlos Drummond de Andrade:

Mentir, eis o problema:
minto de vez em quando
ou sempre, por sistema?

Se mentir todo dia,
erguerei um castelo
em alta serrania

contra toda escalada,
e mais ninguém no mundo
me atira seta ervada?

Livre estarei, e dentro
de mim outra verdade
rebrilhará no centro?

Ou mentirei apenas
no varejo da vida,
sem alívio de penas,

sem suporte e armadura
ante o império dos grandes,
frágil, frágil criatura?

Pensarei ainda nisto.
Por enquanto não sei
se me exponho ou resisto,

se componho um casulo
e nele me agasalho,
tornando o resto nulo,

ou adiro à suposta
verdade contingente
que, de verdade, mente.

Carlos Drummond de Andrade, in ‘Boitempo’ 


Por hoje, é tudo.

Até uma próxima oportunidade.


domingo, 27 de março de 2016

Boa Páscoa (27/03/2016)



Olá, como estão?


Só aqui vim para vos desejar uma boa Páscoa.


E para os mais distraídos: não se esqueçam que a hora mudou a noite passada: estamos agora no horário de Verão.




Por hoje, é tudo.
Até à próxima.


sexta-feira, 25 de março de 2016

Happy Birthday... to me (25/03/2016)

Olá, como estão?


Hoje faço anos.
É o meu 46.º aniversário.

Mas lembram-se daquela canção da Lesley Gore, “It’s my party “?

É como me sinto… Vá-se lá saber porquê…



Até que, para mim, o aniversário é sempre dia de festa.

Já aqui o disse: o meu maior sonho, no que toca a aniversários, é que alguém, algum dia, me organize uma festa surpresa.
Mas também sei que isso nunca vai acontecer.
Como eu também já aqui o disse, não sou uma pessoa memorável: sou até bastante olvidável.
E porquê este desejo/sonho de uma festa surpresa?
Por causa do que isso representa.

Outra coisa que eu, um dia, gostaria muito de fazer: ir a uma ópera.
Por causa da música, claro.
Da história, é que não.
Até porque as histórias das óperas são sempre um bocado “faca e alguidar”, se é que me percebem.
Das que eu conheço, a pior é “Il trovatore”, de Giuseppe Verdi. A música é óptima, mas a história…

Esta é a ópera que tem aquela ária muito conhecida, “O coro dos ferreiros”.



Por falar em ópera, lembro-me daquela vez que deu a “Aida”, também de Verdi, na televisão.
Ora, eu sempre gostei muito da “Marcha triunfal”. Como tal, decidi ver a ópera até essa ária.
Mas, para mal dos meus pecados, não consegui ver o princípio da ópera.

Resultado: vi todo o resto da ópera à espera da tal marcha. Que nunca chegou.




E por hoje é tudo.
Até à próxima.


domingo, 20 de março de 2016

Prima... Vera (20/03/2016)



Olá, como estão?


Hoje é o 1.º dia de Primavera
Ou assim o fiz o Google.
Porque eu, na escola, sempre aprendi que era a 21.
Pelo menos, é do que me lembro.


Ontem, além de ser Dia do Pai, foi também o dia da cidade de Santarém e feriado municipal.
Não tenho bem a certeza, mas acho que a escolha da data – 19 de Março – tem algo a ver com a data da conquista da cidade de Santarém aos mouros.


E hoje estou cheia de dores.
Especialmente nas pernas.
Já alguma vez sentiram que o v/corpo está dividido ao meio e que são duas coisas diferentes, que por acaso estão unidas pela cintura?
Pois bem, assim estou eu: da cintura para cima é uma coisa, da cintura para baixo é outra coisa completamente diferente: as pernas contraem de tal forma, que eu fico cheia de dores.


Por hoje é tudo.
Até à próxima.


terça-feira, 8 de março de 2016

Dia da Mulher (08/03/2016)



Olá, como estão?


Hoje, dia 08 de Março, assinala-se o Dia Internacional da Mulher.
A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu nos primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. Inspirada por esse espírito, a líder socialista alemã Clara Zebrino propôs à Segunda Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhaga, 1876, a instituição do Dia Internacional da Mulher.
Posteriormente, em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram marcadas por manifestações de trabalhadoras russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917.
O Dia Internacional da Mulher e a data de 8 de março são comummente associados a dois fatos históricos que teriam dado origem à comemoração. O primeiro deles seria uma manifestação das operárias do setor têxtil nova-iorquino ocorrida em 8 de março de 1857 (segundo outras versões, em 1908), quando trabalhadoras ocuparam uma fábrica, em protesto contra as más condições de trabalho. A manifestação teria sido reprimida com extrema violência. Segundo essa versão, as operárias foram trancadas dentro do prédio, o qual foi, então, incendiado. Em consequência, cerca de 130 mulheres morreram. O outro acontecimento é o incêndio de uma fábrica, ocorrido na mesma data e na mesma cidade. Não existe consenso historiográfico quanto a esses dois fatos, nem sequer sobre as datas, o que gerou mitos sobre esses acontecimentos. Alguns historiadores afirmam que o incêndio de 1857 não ocorreu (pelo menos, não naquela data), e defendem a ideia de que o incêndio relacionado ao Dia Internacional da Mulher fora, de fato, o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, em Nova York, no dia 25 de março de 1911 (ou seja, um ano depois de a proposta de criação do Dia Internacional da Mulher ser apresentada por Clara Zetkin, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhague). A Triangle empregava 600 trabalhadores, em sua maioria mulheres imigrantes. Na tragédia, 146 pessoas morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens.
Na antiga União Soviética, durante o estalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920. Depois, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

Origem
A ideia de instituir o Dia Internacional da Mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória do protesto das operárias da indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho. 
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um Dia Internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.
No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, DinamarcaAlemanha e Suíça.
Poucos dias depois, a 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.
Em 1915Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano)estavam planeadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”. 
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenine a torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heroica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na BielorrússiaMacedóniaMoldávia e Ucrânia.
Na Checoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977. A data mantém hoje relevância internacional, e a própria ONU continuava a dinamizá-la, como sucedeu em 2008, com o lançamento de uma campanha, “As Mulheres Fazem a Notícia”, destinada a chamar a atenção para a igualdade de gênero no tratamento de notícias na comunicação social mundial. 


Hoje foi dia de fisioterapia.
Na clínica, enquanto fazia tratamento, fui abordada por uma senhora que me perguntou o que eu tinha e se era de nascença.
Eu, sem qualquer tipo de problema, tentei responder e da forma mais clara possível, a todas as perguntas da senhora.
E não é que ela ficou comovida com a minha história?...
É que deu-me mesmo a ideia que, quando se afastou, a senhora ia com lágrimas nos olhos…
Eu até me senti mal: eu não queria fazer a senhora chorar.


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.