quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Tal e coisa (05/10/2017)





Olá, como estão?


Hoje, dia 05 de Outubro, assinala-se o Dia da Implantação da República Portuguesa e ontem, dia 04 de Outubro, assinalou-se o Dia Mundial do Animal.


E já estamos em contagem decrescente para o Natal – faltam 80 dias.
Não se riam: afinal, no final deste mês já se vão começar a ver coisas para quadra.
Eu, por mim, já estou quase despachada: já tenho as compras de Natal practicamente feitas: vou-as comprando ao longo do ano. Assim, evito confusões. E para a carteira, também é melhor: dói menos…
Eu até adorava a confusão própria da época, mas já tenho saúde para isso – e tive que me adaptar.
Também adorava fazer os embrulhos, mas agora… Já não tenho a destreza manual necessária e agora recorro aos sacos-prenda.
Ou seja, quem mão tem cão, caça com o gato. Se não vai de uma maneira, vai de outra.


E por falar em Natal, sabem o que daria uma excelente prenda de Natal?
O meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), patrocinado pela APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu). Quem o quiser adquirir, pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora – https://www.chiadoeditora.com, Bertrand – https://www.bertrand.pt, Fnac – https://www.fnac.pt, Wook – https://www.wook.pt…), directamente à APAHE (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/, e cujos fundos revertem, na totalidade, a favor da APAHE), ou ainda directamente a mim, pois também tenho alguns exemplares para venda, com o PVP de EUR: 14,00 € (catorze euros).
Aproveito a oportunidade para solicitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que desde já vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
O livro está disponível em Portugal e no Brasil.
(Eu sei que estou a ser chata, mas tenho que lutar pelo que é meu).



E no passado Domingo, dia 01 de Outubro, foi dia de eleições autárquicas.
Foi uma vitória retumbante do PS (sem surpresas) e quem pagou a factura foi o colega de coligação (PCP/CDU), que perdeu acho que foram nove câmaras para o PS. Não me surpreende: é o chamado voto útil.
Mas em Santarém as coisas correram de maneira diferente: o voto útil não foi para o PS, mas sim para o PSD – para evitar a vitória do candidato do PS, que já tinha sido Presidente da Câmara Municipal de Santarém e que não tinha deixado boa memória.
Já em Oeiras, as coisas correram ao contrário de Santarém: o Isaltino Morais voltou a ganhar. Apesar de tudo. Eu só tenho a dizer uma coisa: efeito Pavlov. E para bom entendedor…


A Catalunha, aqui na vizinha Espanha, está a ferro e fogo.
Os catalães querem a independência e fizeram um referendo no passado dia 01 de Outubro (sem surpresas, o sim obteve uma vitória esmagadora), mas o governo de Madrid nem quer ouvir falar de tal coisa – aliás, o governo central tinha considerado o referendo ilegal.
É que é a Catalunha que é a província mais rica de Espanha.
Mas o governo espanhol tem sido muito criticado pela forma como tem lidado com a situação. Agora acho que nem tanto, mas ao princípio foi cacetada para a frente, repressão pura e dura. Ora, até eu sei que isso é deitar gasolina para o fogo. Em vez de tentar apaziguar os ânimos, não. Acharam por bem retroceder aos tempos do Generalíssimo. E agora, queixam-se…


E por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.








sábado, 30 de setembro de 2017

Etecetra e tal (30/09/2017)





Olá, como estão?


Desculpem esta minha loooonga ausência, mas só agora me atrevo a vir aqui: já fui ao oftalmologista e, por agora, a minha situação está mais ou menos estável.


Amanhã, dia 01 de Outubro de 2017, é dia de eleições autárquicas. Eu sempre fui contra a obrigatoriedade do voto, mas cada vez entendo mais quem defende a sua obrigatoriedade. Pareço incoerente? Não faz mal. Como se costuma dizer, é para o lado que durmo melhor.


Tenho ouvido falar muito de seca. E lembro-me sempre de um filme: “Dune”, do David Lynch (1984). Se virem o filme, compreendem logo o que eu quero dizer: nesse filme há um povo que vive no deserto e que arranja maneira de conservar toda a água que conseguem. Ora, se o homem tem tanto jeito para inventar mais maneiras de se auto-destruir, porque não investir essa mesma energia em inventar algo de positivo para humanidade?
Assim, quando chovia, guardava-se a água.


Por último, faço aqui um apelo:
Quem quiser adquirir o meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora – https://www.chiadoeditora.com, Bertrand – https://www.bertrand.pt, Fnac – https://www.fnac.pt, Wook – https://www.wook.pt…), directamente à APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu, cujos fundos revertem, na totalidade, a favor da APAHE), ou ainda directamente a mim, pois também tenho alguns exemplares para venda, com o PVP de EUR: 14,00 € (catorze euros).
Aproveito a oportunidade para solicitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
O livro está disponível em Portugal e no Brasil.





Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Sardinhas, carapaus e afins (31/07/2017)



Olá, como estão?


Eu… nada bem.
Lembram-se de eu vos ter falado numa lesão no ombro direito?
Pois bem, a mesma evoluiu para uma tendinite do ombro (pelo menos, acho que é esse o nome…), o que é horrivelmente doloroso. Agora, juntem a isto eu ser destra e estar numa cadeira de rodas… Estão a ver a festa?... É cá um arraial: não vos digo, nem vos conto...
Só sei que à conta disto só posso teclar com a mão esquerda. Como tal, evito fazê-lo. Pelo menos, agora. Escusado será dizer que aquele meu projecto está parado. Assim como uns contos em que eu estava a trabalhar.
Ainda por cima, tem estado um calor sufocante… Sou só eu, ou vocês também têm cada vez mais dificuldade em suportar o calor?...
Meu rico Inverno… Não me entendam mal, não é que me dê melhor com o frio, mas ao menos, com esse, podemos sempre vestir mais qualquer coisa – é claro que eu falo só por mim…
Mas não é só: cada vez tenho mais dificuldade em manter as mãos abertas e os dedos direitos – a tendência de os “fechar” em garra é cada vez maior.
Para ajudar ainda mais este imbróglio, temos o meu glaucoma – glaucoma primário de ângulo aberto, acho que é esse o nome.
É caso para perguntar: “Que mais me irá acontecer?”

.
Sabem o que vos digo?... O Henry Ford é que tinha razão – ele é que a sabia toda…
Senão, vejamos: já repararam bem na quantidade de atestados de burrice que a nossa classe política nos passa, quase que diariamente?... Devem ter a nossa inteligência em muito pouca consideração… Eu, e por mim falo, quase que me chego a sentir insultada…Dispenso cochichos, assobios, faladrações e mais que tais: eu ainda sei pensar pela minha cabeça e gosto de tirar as minhas próprias conclusões. Não preciso de ninguém que me diga como pensar e, consequentemente, como agir.


E aquela de haver o risco de se deixar de poder pescar sardinha?...
A mim, sou sincera, tal não me faz grande mossa. Pela muito simples razão de não gostar de sardinha.
Aliás, a mim só me apetece dizer o seguinte: não há sardinha?... Comam carapau…
E afinal, parece que não sou a única: ao que julgo saber, são vários os especialistas que têm vindo a alertar para necessidade de começar a substituir a sardinha pelo carapau e cavala (há quem lhe prefira chamar sarda), que são espécies mais abundantes.


E por falar nas ditas cujas, aproveito agora para, uma vez mais, puxar a brasa à minha
sardinha: já conhecem o meu livro de contos “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)”?
E se por acaso forem de férias, que tal pensarem neste livro para ler e ser o V/ fiel companheiro de aventuras neste período?
Vão rir, vão chorar… e vão também ver que não se arrependem e que vão dar o vosso tempo por bem empregue.
Divirtam-se e boas leituras!
Podem assistir a um spot publicitário em https://www.facebook.com/ChiadoEditora/videos/10155733229623287/.
A obra está disponível, quer em livro, quer em e-book, em Portugal e no Brasil (https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha - a página é a mesma: apenas terá que escolher a moeda: Euros-€ para Portugal, ou Reais-R$ para o Brasil).
Fico ansiosamente a aguardar as V/ reacções, positivas e/ou negativas, na página do Facebook criada especialmente para o efeito, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, a qual, desde já, vos convido a conhecer e a gostar.


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

As coisas são como são (05/07/2017)



Olá, como estão?


Agora que já passou mais de uma semana sobre o lançamento do meu livro de contos ”’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, 0sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” e que toda a poeira (por assim dizer…) assentou, posso agora dar-me ao luxo de ver as coisas com outros olhos: olhos de ver.
Por muito feliz que tenha ficado com todo o evento (e mais uma vez agradeço à APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias por tudo, MESMO tudo), não o posso negar, a minha alma e o meu coração também foram cobertos por um véu negro de tristeza.
Nomeadamente devido a algumas ausências de pessoas que considerava (e continuo a considerar) amigas. Mas que essas ausências me magoaram, ai lá isso magoaram. Mas mais que as ausências, foram os silêncios. Silêncios que gritam: ecoam dentro de mim: ressoam no mais recôndito de mim. E o que ainda mais me entristeceu foi saber que se tratava de pessoas que eu sabia saberem. Mas para quem eu não fui uma prioridade. Foi a escolha que fizeram. E só me resta aceitá-la – por mais que me custe…


Não sei como é com vocês, mas eu já estou pelos cabelos com esta história dos e-mails do Benfica.
Apesar de ser benfiquista, eu digo: investigue-se, apure-se a verdade e castigue-se quem tiver de ser castigado.
Mas cá para mim, isto vai dar tudo num redondo nada: vai ficar tudo em águas de bacalhau.
Lembram-se do “Apito dourado”?
E lembram-se do que aconteceu?
Pois foi, a montanha pariu… um rato.


Um dia destes lembrei-me de ver, no computador, um filme que é um dos meus preferidos: “A Bela e o Monstro”. Mas atenção, estou a fala3r do filme de 1991: da versão animada da Disney.
E redescobri que aquele filme, nomeadamente a parte final, comove-me sempre.
É certo e sabido: quando se ouve o coro cantar…

Certain as the sun
Rising in the east
Tale as old as time
Song as old as rhyme
Beauty and the Beast

.... já eu estou a chorar que nem uma Maria Madalena.
Tiro e queda.

Ainda me lembro que esse filme foi o único filme de animação a ser nomeado para o Óscar de Melhor Filme.
E também me lembro de ler que, no princípio da noite da cerimónia, até uma havia uma certa espécie de consenso: o Óscar de Melhor Filme até podia muito bem ser atribuído a “A Bela e o Monstro”.
Mas com o decorrer da cerimónia o caso mudou de figura.
Porque esse foi o ano de “O Silêncio dos Inocentes”.
E quando o filme ganhou os Óscares de Melhor Argumento Adaptado (Ted Tally), Melhor Actriz (Jodie Foster), Melhor Actor (Anthony Hopkins) e Melhor Realizador (Jonathan Demme), tornou-se óbvio que esse era o filme que ganharia o Óscar de Melhor Filme.


Vou agora puxar a brasa à minha sardinha.
Vou falar do meu livro.
Porquê não levá-lo para ler nas férias?
Com certeza que será uma boa companhia.
E fico ansiosamente a aguardar os V/ comentários, positivos e/ou negativos, em https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/.


Quanto àquele meu projecto maluco, continuo a trabalhar no mesmo. Quando estiver pronto, logo vos direi.


Por hoje, é tudo.
Até uma próxima oportunidade.




segunda-feira, 26 de junho de 2017

'Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (26/06/2017)




Olá, como estão?


Ontem, dia 25/06/2017, finalmente aconteceu.
No Museu do Ciclismo, sito nas Caldas da Rainha (junto ao Jardim), teve lugar o lançamento do meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)”.
Desde já, impõem-se alguns agradecimentos que quero desde já, aqui e agora, destacar:
- Ao Museu do Ciclismo, pela hospitalidade e amabilidade com que nos brindaram, quer a mim, quer à APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias.
- À Chiado Editora, por terem acreditado no meu trabalho e por terem agilizado a impressão dos livros, pois os mesmos só deveriam estar prontos em Julho. Mas tendo em conta a data e a ocasião, prontificaram-se a agilizar a impressão junto da gráfica.
- Ao Dr. Aurélio Lopes, pela revisão e pelo prefácio.
- À APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias, por crerem e confiarem em mim e no meu trabalho, e cujo apoio tornou possível esta aventura.
Também não posso deixar de agradecer aos presentes (e ausentes), assim como a quem contribuiu para o sucesso deste lançamento, pois ajudaram a tornar o dia de ontem ainda mais especial para mim.
E pronto! Agora só me resta esperar que gostem e fico a aguardar, ansiosamente. pelo V/ feedback na página criada especialmente para o efeito, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/.
Boas leituras!

Lembro-me de que no lançamento, a Maria José Santos, Presidente da Direcção da APAHE – Associação Portuguesa das Ataxias Portuguesas, dizer no seu discurso de que os atáxicos não são nenhuns coitadinhos.
E não são!
O que os atáxicos mais querem é, acima de tudo, respeito.
Eu, pelo menos, por mim falo.
Se houver respeito, tudo o resto (compreensão, aceitação…) vem por acréscimo.


Agora estou a trabalhar noutro projecto.
Um projecto… louco, poderão dizer, mas vou tentar levá-lo a cabo.
Quando o terminar, depois digo-vos.


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.


domingo, 23 de abril de 2017

Expectativas (23/04/2017)



Olá, como estão?



Hoje, dia 23 de Abril, assinala-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.

A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.
Os livros são um importante meio de transmissão de cultura e informação, e elemento fundamental no processo educativo.
No Dia Mundial do Livro decorrem várias ações de promoção dos livros e da leitura, organizados por livrarias, associações culturais, escolas, universidades e outras entidades. Neste dia também se podem comprar livros a preço especial em várias livrarias.
Uma sugestão de celebração deste dia é partilhar a(s) sua(s) obra(s) preferida(s) com os outros. Outra sugestão é começar a ler um novo livro.
A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de abril de 1899 que nasceu Vladimir Nabokov. O dia 23 de abril é também recordado como o dia em que nasceu e morreu o famoso escritor inglês William Shakespeare.
A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literacia e para o desenvolvimento económico.


Desde já apresento as minhas mais sinceras desculpas por esta longa ausência, mas a mesma foi propositada.
Foi-me detectado um problema, a nível ocular, grave.
Como tal, tenho que descansar a minha vista.
O que implica a minha ausência.


Mas nem tudo são más notícias.
Também há óptimas notícias.
Mas… (há sempre um mas, não é verdade?)… mas apesar de ser certo que vai acontecer, ainda não sei quando vai acontecer – em princípio vai ser em Junho, mas ainda não há certezas.
Portanto, ainda não quero revelar nada.
Mas posso adiantar que é um projeto muito pessoal e muito importante para mim.
Assim que houver certezas, logo informo.


Por agora, é tudo.
Até uma próxima oportunidade.

  

domingo, 1 de janeiro de 2017

Feliz Ano Novo! (01/01/2017)




Olá,
 como estão?


Venho aqui só para só para vos desejar um excelente 2017!


Até uma próxima oportunidade.




sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Boas Festas! (23/12/2016)



Venho aqui só para apresentar os meus votos de Boas Festas.


E desde já apresentar as minhas desculpas pela minha ausência, passada e futura: uma lesão no meu ombro direito impossibilita-me de escrever textos mais longos.


Até uma próxima oportunidade.



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Voluntariar (05/12/2016)




Olá, como estão?



Estamos em Dezembro, em plena época festiva.
E já fiz a minha árvore de Natal: muito minimalista, muito simples: branca com bolas encarnadas e uma fita dourada. Só.
Quanto ao presépio, tenho uma sagrada família de feltro (tecido).


Hoje, dia 05 de Dezembro, assinala-se o Dia Internacional do Voluntariado.

A data tem como objetivo incentivar e valorizar o serviço voluntário em todo mundo.
A data foi proclamada em dezembro de 1985 pelas Nações Unidas.
Voluntariado em Portugal
Em Portugal, o voluntariado tem vindo a aumentar, tanto ao nível das organizações que promovem o voluntariado, como a nível da quantidade de voluntários existentes.
Ainda assim, o número de voluntários em Portugal é reduzido, se comparado à média europeia.
O voluntariado é um ato de cidadania, sendo cada vez mais uma componente importante no percurso de vida das pessoas, contribuindo para reduzir as disparidades sociais e para promover a necessidade e o dever de ajudar o próximo. Para o voluntário é também um ato recompensador, ajudando a alcançar o sentimento de auto-realização.
Neste dia realizam-se atividades como a recolha de alimentos em hipermercados, com cerca de 40 mil voluntários espalhados pelo país.

Razões para fazer voluntariado:
·         Ajudar o próximo
·         Bem-estar
·         Conhecer novas pessoas
·         Convívio
·         Ganhar experiência
·         Conhecer novas realidades
·         Vencer obstáculos


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.



sábado, 3 de dezembro de 2016

Deficiente, Eficiente (03/12/2016)



Olá, como estão?


Hoje, dia 03 de Dezembro, assinala-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Esta celebração realiza-se desde 1998, ano em que a Organização das Nações Unidas avançou com a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência.
A data tem como principal objetivo a motivação para uma maior compreensão dos assuntos relativos à deficiência e a mobilização para a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar destas pessoas.
Cada ano, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, tem um tema específico, que pauta as atividades e eventos deste dia. Em 2016 o tema é "Alcançando 17 metas para o futuro que queremos", que chama atenção para os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e como estes objetivos podem criar um mundo mais inclusivo e equitativo para as pessoas com deficiência.
Em Portugal as variadas instituições realizam distintas atividades para celebrar o dia, tais como seminários, concursos de frases e ideias, almoços de gala, corridas, entrega de prémios, espetáculos de teatro, dança e cinema, entre outros, apelando à participação da população. As atividades levadas a cabo neste dia têm como fim de consciencializar a população da importância da integração das pessoas portadoras de deficiência na sociedade. As comemorações nacionais deste dia estão a cargo do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), I.P.


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Não, não são os deuses que devem estar loucos (30/11/2016)



Olá, como estão?


Deixem-me explicar que esta minha ausência até foi propositada.
Não só tenho andado com um problema de saúde, como quis esperar que alguma da poeira, levantada com a eleição de Trump, assentasse.

Não é segredo que eu não morro de amores pela figura de Donald Trump. Muito antes pelo contrário. A figura não se limita a ser execrável. É mais do que isso: é mesmo inenarrável.
Mas pronto, o homenzinho foi eleito.
E agora, ao que parece, há estados que querem uma recontagem dos votos. Mas afinal, os americanos não o elegeram?... Parece aquela história: depois de casa roubada, trancas à porta.
Está bem, a Hillary Clinton teve mais cerca de dois milhões de votos. Mas mesmo assim perdeu as eleições.
Tudo por causa do Colégio Eleitoral.
Desculpem lá a sinceridade, mas esse sistema é uma anedota.
Democracia?!... Devem estar a gozar comigo…
Se há estados que elegem mais de 30 delegados, enquanto que outros elegem só 3… Onde está a democracia, num sistema que rebaixa as pessoas que vivem num estado que elege menos delegados, enquanto que eleva as pessoas que vivem num estado que elege mais delegados?
Se realmente querem uma democracia, implantem o sufrágio directo universal. Isso sim, é democracia: uma pessoa, um voto. Mais nada.
Mas não, o Trumposo diz que assim é que está bem, que este sistema é ‘genial’.
Pudera, foi o que lhe deu a vitória.

Agora, vamos ver o que vai acontecer…

Que ele se vai lixar para o ambiente e aquecimento global, já eu estava à espera…

Que ele ladre com a ameaça do fim de reaproximação a Cuba, já eu tenho dúvidas em acreditar que passe disso mesmo: uma ameaça. Afinal, estamos a falar de negócios que envolvem muito dinheiro. E Donald Trump é, antes de mais nada, um empresário.

No que eu estou à espera que vá haver um grande retrocesso, é na investigação científica. Conservador como ele é…

Mas, agora, só podemos esperar.


Por agora é tudo.
Até uma próxima oportunidade.


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Esquecidos & lembrados (26/10/2016)

Olá, como estão?


Hoje lembrei-me de uma série chinesa ou japonesa, que eu me lembro de ver na minha infância (acho que corria o ano de 1977) e que eu absolutamente adorava. Se não estou em erro, a série chamava-se “Lin Chung, o Justiceiro” (em inglês, “The Water Margin“).
Bem que algum dos muitos canais de televisão podia repetir esta série…


E como eu hoje estou numa de memórias, lembrei-me de um texto de William Shakespeare de que gosto muito:

Um dia você aprende… – William Shakespeare
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa a aprender que beijos não são contratos, tão pouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar as suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importa: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a perdoá-la.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, num instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida lhe são tiradas muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as vemos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa o ponto a que já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.
Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil é uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.
Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as consequências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o pontapeie quando cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.



Outra memória: Tetvocal. Lembram-se?




E outra: Filipa Pais.




E ainda outra: Diana Bastos.




Bom. Por hoje é tudo.

Até uma próxima oportunidade.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Aguaceiros (12/10/2016)

Olá, como estão?


Em relação às eleições presidenciais norte-americanas no próximo dia 08 de Novembro de 2016 e apesar de só se falar nas candidaturas de Hillary Clinton (Partido Democrata) e Donald Trump (Partido Republicano), na verdade há quatro candidatos. Além dos dois já mencionados, há mais duas candidaturas: Gary Johnson (Partido Libertário) e Jill Stein (Partido Verde).
Quanto àquela personagem que dá pelo nome de Donald Trump, pouco ou nada há a acrescentar ao muito que já foi dito – é asqueroso e pronto. Mas não chego ao ponto do actor Robert de Niro, de comparar a personagem com um cão, porque considero isso ofensivo para os cães.
Agora que eu adorava que nenhum dois (Clinton ou Trump) ganhasse, ai lá isso gostava… Era tão giro…
Sabem quem eu gostava que ganhasse?... A Jill Stein…
Assim, sempre seria uma mulher. Só que em vez da Hillary Clinton, seria a Jill Stein a ser a 1.ª mulher eleita Presidente dos EUA.


E viram aquela pretensa “manifestação pacífica“ dos taxistas contra a Uber?
Anedótico.
Quer dizer, eu acho muito bem que se os motoristas da Uber têm os direitos, também tenham que ter os deveres – isso é da mais elementar justiça.
Mas, e estou a falar só por mim, quer-me parecer que os taxistas já não querem só isso – a mim cheira-me mais a monopólio. Limitar o n.º de carros da Uber?...
Mas os taxistas perderam toda a razão que poderiam ter, quando fizeram isto:
Agora, é identificar os autores e obriga-los a pagar, não só o arranjo do carro, como uma indeminização aos ocupantes.
Mas o mais surpreendente é o Presidente da Federação Portuguesa de Táxis (acho que é este o nome…) dizer que está muito orgulhoso do comportamento de quem esteve na manifestação.
Perante isto, das duas, uma: ou ele esteve noutra manifestação, ou ele defende e apoia actos do mais puro vandalismo.
(Não sei porquê, toda esta situação faz-me lembrar uma visita do Benfica ao F.C.Porto, no 1.º ano de Jorge Jesus como treinador do Benfica, quando o autocarro do Benfica foi atacado e vandalizado: toda a gente a ver o que se estava a passar e o porta-voz da PSP a dizer que não se passava nada, que estava tudo normal.)
Sem comentários.


Ontem e hoje choveu – pelo menos aqui, no concelho de Santarém.
Já tinha saudades de ouvir chover…

Chuva
Chuva, caindo tão mansa,
Na paisagem do momento,
Trazes mais esta lembrança
De profundo isolamento.

Chuva, caindo em silêncio
Na tarde, sem claridade...
A meu sonhar d'hoje, vence-o
Uma infinita saudade.

Chuva, caindo tão mansa,
Em branda serenidade.
Hoje minh'alma descansa.
— Que perfeita intimidade!...

Francisco Bugalho, in "Paisagem" 


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.