quinta-feira, 31 de maio de 2018

Escolher (31/05/2018)


Olá, como estão?


Hoje vou matar dois coelhos com uma cajadada só: falar do que se passou no mês de Maio, de três eventos/acontecimentos, ao mesmo tempo que falo de escolhas.

E vou começar pelo fim, ou seja, a votação no parlamento para liberalização da eutanásia.
Nenhum projecto-lei (foram 4 apresentados a votação) foi aprovado, como é do conhecimento geral. O que ficou evidente foi a profunda divisão, quer na sociedade civil, quer no parlamento, sobre a matéria.
Eu, estou a ser muito sincera, juro que não percebo a razão: eu respeito quem é contra, mas o que aqui está em causa é, tão somente, a liberdade de escolha, o poder escolher – pelo menos, na minha perspectiva.
Uma pessoa pode ser contra e isso é perfeitamente legítimo, mas uma coisa é ter essa opinião, mas outra completamente diferente é sentir-se no direito de sujeitar qualquer um a essa opinião, independente da vontade do próprio e do que em que acredita. Sem qualquer tipo de consideração pelos outros. Isso é, desculpem a minha sinceridade, muito puro e simplesmente ditatorial. Até fascista.
Eu sou a favor: não só da liberalização, como da própria eutanásia.
E a mim a questão toca-me mais de perto, pois padeço de doença neurodegenerativa e quero poder escolher. Não estou a dizer que vou seguir essa via, mas vou querer ter essa liberdade, esse poder de escolha.
Àquelas pessoas que parecem ficar muito escandalizadas com a minha opinião e que logo se apressam a vir com os lugares-comuns do costume (“Não desistas”, “A ciência está sempre a avançar”, “Acredita que vão descobrir uma cura”), a minha primeira vontade é dar-lhes um valente par de sopapos. Porque se realmente gostam de mim e se preocupam comigo, têm que se tentar pôr no meu lugar, por mais difícil que isso possa ser e tentar aceitar esta minha posição.
Então aquela de “A ciência está sempre a avançar”, dá-me vontade de rir. Mesmo. Porque ao que julgo saber, entre uma qualquer descoberta em laboratório e a chegada do medicamento ao consumidor, vai, mais coisa menos coisa, cerca de 10 anos. E de nada vale a pena tapar o sol com a peneira. Ou estar com paninhos quentes.
Já agora, uma pequena pergunta a todos aqueles médicos que dizem estar a ir contra a sua consciência, ao proporcionar a morte: e ao proporcionarem o prolongamento da vida, ainda que isso só represente mais sofrimento, já está de acordo com a vossa consciência?
Há ainda aqueles médicos que evocam o juramento que fazem. Vai daí, fui ler o Juramento de Hipócrates (https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/o-novo-e-moderno-juramento-dos-medicos-e-de-hipocrates) e faço duas observações. Ou melhor, uma ressalva e uma questão.
RESSALVA: O juramento também deveria falar na qualidade de via do doente e não apenas na sua saúde e bem-estar.
QUESTÃO: Quando a vontade do doente entra em conflito com a consciência do médico, o que é que conta? E o que deve contar?

O segundo evento/acontecimento foi o casamento do príncipe Harry com a ex-actriz norte-americana Meghan Markle,
Já muita tinta correu e vai continuar a correr sobre esta união.
No que me toca, desejo-lhes a maior das felicidades: escolheram-se um ao outro e mais ninguém tem nada a ver isso.
Quanto ao casamento em si, achei-o bonito, mas foi só. Apesar de o achar comovente, como todos os verdadeiros casamentos devem ser, não o achei mais nada por aí além: não ao ponto de ficar embevecida. Pela televisão, o ambiente não me contagiou.
Do vestido da noiva, gostei. Aliás, é assim que eu gosto dos vestidos de noiva: simples.

Por último, o Festival da Eurovisão.
Eu não vi tudo, mas do pouco que vi, acho que foi esta a esta a classificação dos 5 primeiros:
1.º Israel
2.º Chipre
3.º Áustria
4.º Alemanha
5.º Itália
Já muito se falou da canção vencedora, mais mal do que bem. Eu já ouvi a canção de Israel e sinceramente não sei a razão de tanto falatório: é certo que é uma canção diferente, vanguardista. Mas também a associo ao movimento #MeToo, à luta contra o assédio sexual e à afirmação da mulher. Se calhar, sou a única a fazer esta associação.
Mas também vos digo: mil vezes a canção de Israel, à canção do Chipre. Ao ver a actuação do Chipre, sabe Deus porquê, só me lembrava da Beyoncé, nomeadamente do vídeo “Single ladies”.
Quanto à minha favorita, foi a canção da Itália.


Por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.









segunda-feira, 23 de abril de 2018

Livros, leituras e litreituras (23/04/2018)




Olá, como estão?


Hoje, dia 23/04/2018, assinala-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.

Assim, primeiro tenho que promover o meu livro:
“Já à venda


EM PORTUGAL
PVP (preço de venda ao público): EUR: 14,00 € (catorze euros).
PARA O ADQUIRIR: podem contactar directamente a APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma), dirigir-se a uma livraria ou online (Chiado Books - https://www.chiadobooks.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a1263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306).
NO BRASIL
PVP (preço de venda ao público): BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais).
PARA O ADQUIRIR:          podem dirigir-se a uma livraria ou contactar directamente a editora, Chiado Books – Brasil,  https://www.chiadobooks.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha (no canto superior direito do ecrã pode escolher a moeda: Euros ou Reais).

Por favor, manifestem as V/ opiniões nesta mesma página, http://www.facebook.com/autora.fatimadoliveira/, que, desde já, vos convido a conhecer e a gostar.”

Também promovo a minha nova página do Facebook:
“Desde já apresento as minhas maiores desculpas pelo abuso, mas estou aqui para humildemente solicitar, pedir, implorar, rogar até, a V/ ajuda: por favor, adiram à minha página, http://www.facebook.com/autora.fatimadoliveira/: visitem-na, gostem da mesma e comentem-na. Caso já a conheçam, p. f. ignorem esta mensagem. Solicito ainda que reencaminhem esta mensagem a todos os V/ contactos. O V/ apoio é fundamental. Obrigadíssimo.”





Por hoje, é tudo.
E leiam, leiam muito – nomeadamente, claro está, os meus livros: “Quando um burro fala, o outro baixa as orelhas” (Chiado Editora, 2010) e “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha?” (Chiado Editora, 2017).
Até uma próxima oportunidade.







quarta-feira, 28 de março de 2018

Aniversários, natais e afins (28/03/2018)


(NOTA: O texto que se segue não pretende ser um qualquer exercício ou manifestação de autocomiseração: muito antes pelo contrário. Este texto pretende ser, tão somente, um desabafo. Nada mais, nada menos – apenas um desabafo. Sem pieguices. Nem lamechices. Se, por qualquer outra razão, este texto parecer o tal exercício ou manifestação, posso assegurar-vos que não era essa a intenção. De todo.)


Olá, como estão?


No passado Domingo, 25 de Março, fiz anos – 48.

Portanto, antes de mais nada, quero desde já agradecer, novamente, a todos os que se lembraram de mim no meu dia especial. Uma vez mais, o meu muito obrigado.

Agora…48…
Já falta pouco para o 5-0…
Esta conversa pode parecer estranha, mas a verdade é esta: tenho ataxia de Friedreich e nunca conheci ou ouvi falar de alguém, com a mesma doença que eu, que tenha ultrapassado essa marca, a marca dos 50. Pelo menos, ninguém que tenha experimentado os 1.ºs sintomas da doença na infância e/ou adolescência (muito embora só ter sido correctamente diagnosticada aos 28 anos, a médica neurologista responsável pelo meu diagnóstico aponta para a manifestação dos primeiros sintomas da doença durante a minha adolescência).
E como eu não sei o que vai acontecer e já que estamos a falar de anos e aniversários, vou agora partilhar convosco algumas daquelas coisas com que eu mais sonho, mas que não sei se algum dia irei ver acontecer:
- Organizarem-me uma festa de anos surpresa.
Sempre achei que esta era a derradeira manifestação de carinho e apreço: um grupo de pessoas reunirem-se à nossa volta, por nós e para nós. Infelizmente, duvido que tal algum dia vá acontecer, pois não sou daquelas pessoas marcantes, populares e alma da festa, cuja presença é desejada e requerida: sou, verdade seja dita, até bastante olvidável. E não digo isto por pena de mim – digo isto porque é verdade. E quem me conhece sabe que é assim.
- Levarem-me a assistir a uma ópera
Gosto muito de ópera - não tanto pela história (o chamado libreto), mas sim pela música. Aliás, não é raro as histórias serem completamente… ridículas, verdadeiramente de… faca e alguidar, como se costuma dizer. Veja-se o caso de “Il trovatore”, de Verdi: a história é um autêntico dramalhão. No entanto, da mesma ópera faz parte uma das árias mais célebres: o “Coro dos Ferreiros”.
Mais exemplos:
Marcha triunfal, de “Aida” de Verdi
Habanera, de “Carmen” de Bizet
Cavalgada das Valquírias, de “A Valquíria” (ópera que integra a obra “O Anel dos Nibelungos”) de Wagner
Abertura, de “Guilherme Tell” de Rossini
Mas há mais, muito mais. A música clássica, ópera ou não, é pródiga em exemplos de músicas conhecidas que não sabemos de onde vêm, como podem ver em:
Infelizmente, acho que sou a única, do meu círculo de amigos e conhecidos, que gosta de ópera.

Sei que há quem defenda que as melhores prendas são que ficam para sempre, mas não. Ou melhor, este tipo de prendas também ficam para sempre, mas no lugar onde mais importa: connosco, dentro de nós.

Claro que, se falar em desejos de ano novo, o MEU ano novo, é claro que posso enumerar alguns. Logo à cabeça, desejo (é claro!) que descubram a cura para a malfadada ataxia de Friedreich. Também desejo que, assim de repente, os meus livros desatem a vender como papo-secos (ou pãezinhos quentes, digam como quiserem. Mas percebem a ideia: venderem muito). Ou que adiram em força à minha página https://www.facebook.com/autora.fatimadoliveira/. Quanto aos meus blogues (http://recatratos.blogspot.pt e http://aprocuradeumahistoria.blogspot.pt), apenas posso tentar ser mais assídua, mais presente e menos esporádica. Porque a verdadeira responsável por praticamente não ter seguidores não pode ser mais ninguém senão eu: se eu só escrevo quando o rei faz anos… Não só tenho que ultrapassar a preguiça, como tenho mesmo que aprender a viver com esta lesão no ombro direito que me tira do sério e me incapacita ainda mais. Também tenho que aprender a pôr as ideias no lugar e a estabelecer prioridades.


Aproveito a oportunidade para desejar a todos uma doce e feliz Páscoa.


Até uma próxima oportunidade, fiquem bem!




quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Os factos antes dos argumentos (31/01/2018)


Olá, como estão?


Não sei se concordam comigo, mas considero que sempre houve um sentimento de alguma espécie de desconfiança em relação às IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social.
Isso tornou-se ainda mais visível com o muito falado caso “Raríssimas”, a IPSS acusada de gestão danosa: tornou-se frequente tomar o todo por uma parte, misturar o trigo com o joio, trocar alhos e bugalhos. Em suma, fazer o justo pagar pelo pecador.
Acreditem ou não, já sobrou para mim e por causa desta história, já levei por tabela.
Tudo por causa do meu livro “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora).
Eu passo a explicar: no passado mês de Dezembro, antes do Natal, fiz mais uma promoção ao meu livro nas redes sociais, nos seguintes termos:

“POR FAVOR, LEIAM COM ATENÇÃO ATÉ AO FIM.
MUITO, MUITO OBRIGADO.
E BOAS FESTAS!!!

O Natal está já, já aí, a aproximar-se a passos largos e cada vez maiores… Se está completamente “à nora” e não faz mesmo a mínima ideia do que vai oferecer, que tal um livro? E porque não o meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), patrocinado pela APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu)? Convido-os a descobrir esta parte de mim: são 21 contos diferentes e totalmente independentes entre si. Abordam os mais variadíssimos temas e suscitam (pelo menos, é esse o meu desejo) uma miríade de emoções. Ao mesmo tempo, o livro serve de veículo para alertar, desmistificar, sensibilizar e consciencializar os possíveis leitores para a questão das ataxias hereditárias – o que são e como se manifestam. Apresento também um testemunho pessoal de como é e o que significa viver com ataxia – no meu caso pessoal, ataxia de Friedreich. Caso aceite este meu convite e se decidam a “mergulhar” e descobrir esta parte de mim, espero sinceramente que se divirtam a ler este livro; tanto, como eu me diverti a escrevê-lo. Quem o quiser adquirir, pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora - https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a1263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306) ou ainda directamente à APAHE (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma).
Aproveito ainda esta oportunidade para sol3icitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que desde já vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
Falta dizer que o livro está disponível em Portugal e no Brasil e que o PVP (preço de venda ao público) é de, para Portugal, EUR: 14,00 € (catorze euros), e para o Brasil, BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais).
Apresento ainda os melhores e maiores desejos de Boas Festas e boas leituras!”


Pois bem, houve uma pessoa (que, por razões óbvias, não vou identificar) que não gostou, tendo-se mesmo insurgido com, atrevo-me a dizê-lo, alguma violência. Quando li as palavras dessa pessoa, fiquei…lívida, mesmo, como se costuma dizer, sem pinga de sangue. Mas obriguei-me a ficar quieta e a não lhe responder de imediato. Quando finalmente lhe respondi, tive o cuidado de esclarecer essa pessoa, cujos comentários pareciam ter sido feitos à luz do caso Raríssimas: que a APAHE (igualmente visada nesses comentários) e a Raríssimas, apesar de ambas estarem classificadas como IPSS, eram duas entidades completamente diferentes, rodeadas por circunstâncias diametralmente opostas.
Já, por mais que uma vez, tive a oportunidade de me cruzar com pessoas que parecem tão seguras das suas certezas, tão convencidas das suas verdades; que se tornam cegas, surdas e mudas a tudo o que possamos dizer e escrever, tornando-se inútil argumentar com elas: é como esbarrar com uma parede. Nessas alturas, só há uma coisa a fazer, pelo que a experiência me dita: reconhecer o direito dessas pessoas à sua opinião, respeitosamente discordar e apresentar as n/ razões. Pelo menos, é essa a minha experiência.
Confesso que para além da lividez e fúria que tomaram conta de mim quando li os comentários, também fui invadida por alguma tristeza, chegando-me mesmo a sentir, de alguma forma, injustiçada.
Se aquela pessoa se limitasse a dizer que não tinha gostado do livro ou que era da opinião que o mesmo não cumpria os seus objectivos, eu apenas tinha que aceitar e respeitar; pois todos têm o inabalável direito à sua opinião. Ou se me criticasse só a mim, apesar dessa pessoa não me conhecer e não saber nada de mim nem da minha história, ainda vá que não vá… Agora, envolver uma terceira parte (no caso, a APAHE) sem primeiro procurar saber as circunstâncias do envolvimento da mesma no projecto, achei triste, muito trise… Para não dizer de extremo mau gosto.
Mas isto só espelha um fenómeno que vai grassando na nossa sociedade e que atravessa idades, géneros, religiões ou nacionalidades: a necessidade, absoluta e imperativa, de comentar. O que quer que seja.
Somos muito lestos a teclar, ainda que muita vez possamos não estar na posse de todos os factos.
Quanto à Raríssimas propriamente dita e talvez por já ter estado ligada a uma IPSS, tenha uma sensibilidade diferente… Não acho correcto que, por causa de uma maçã podre, condenemos a macieira. Muito menos o pomar.

Quanto ao meu livro, vou continuar a promove-lo.
Alias, esta foi a última (até à data) promoção:

“A pedido de várias pessoas, que me têm perguntado como podem adquirir o meu livro de contos “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), aqui fica a seguinte informação: o livro está disponível em Portugal e no Brasil e o PVP (preço de venda ao público) é de, para Portugal, EUR: 14,00 € (catorze euros), e para o Brasil, BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais). Se estiver em Portugal, para adquiri-lo, pode contactar directamente a APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma), dirigir-se a uma livraria ou online  (Chiado Editora - https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a1263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306). Se estiver no Brasil, pode dirigir-se a uma livraria ou contactar directamene a editora, Chiado Editora – Brasil, https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha (no canto superior direito do ecrã pode escolher a moeda: Euros ou Reais).”


Por agora é tudo.
Até uma próxima oportunidade.






domingo, 14 de janeiro de 2018

Julgar um livro pela capa (14/01/2018)


Olá, como estão?


Primeiro que tudo, espero que tenham entrado bem em 2018 e espero, sinceramente, que este novo ano vos traga tudo o que mais desejarem.



Não sei se leram aquele artigo sobre a Chiado Editora, http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/o-homem-sonha-a-chiado-editora-publica-e-a-obra-nasce, que, como devem saber, é a editora com quem eu costumo trabalhar (“Quando um burro fala, o outro baixa as orelhas” – Chiado Editora, 2010; “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” – Chiado Editora, 2017).
Eu não me revejo no artigo e considero que o mesmo representa apenas um dos muitos lados da questão.
Atenção, eu não estou a dizer, perentoriamente, que essas mesmas pessoas de quem o artigo fala, estão a mentir. Não, nada disso. Acredito que elas relatam a experiência delas. Apenas eu não me revejo nesses relatos.
Até porque, e aqui estou a expressar só a minha opinião, o mundo editorial é, primeiro que tudo e antes de mais nada, um negócio e, como tal, haverá sempre clientes mais descontentes.
Mas o que mais mexeu comigo foi uma frase de um livreiro que afirma, e passo a citar: “(…) Qualquer livro que me chegue à mãos com o ‘carimbo’ da Chiado Editora está morto à partida – estar associado à Chiado mata logo o autor. (…)”, fim de citação.
Bem, a mim sempre me ensinaram que não se deve julgar um livro pela capa, mas é isso que esse livreiro está a fazer. Literalmente.
Sem querer ser irónica ou sarcástica, diria que essa é a história da minha vida: ser julgada à primeira vista, avaliada pelas aparências. Tomar o conteúdo pela forma.
Acredito, a fazer fé no artigo (apesar de, e mais uma vez reitero, não ser essa a minha experiência), que esse livreiro já possa ter tido muito más experiências com certos títulos da Chiado, mas bolas, essa é razão para desprezar todo o resto? A resposta é, só pode ou deveria ser: não, claro que, absoluta e indubitavelmente, não! Até porque tal, e perdoem-me a sinceridade, seria revelador de uma atroz ignorância e gritante estupidez. Para não dizer de um total preconceito. E de uma suprema presunção. Pois bem lá no meio de grandes e feios pedregulhos, poderá muito vir a encontrar uma verdadeira pérola.
Mais uma vez chamo a V/ especial atenção para o seguinte: não estou com isto a dizer que os meus livros sejam as tais pérolas. Até porque não me cabe a mim dizer tal coisa. Apesar de acreditar em mim e no meu trabalho – mas isso é algo que acredito que seja comum à grande maioria dos autores.

E aproveito esta oportunidade para, uma vez mais, promover o meu livro:
Agora que a confusão e o frenesim típicos da quadra festiva já passaram, lembro que o meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), continua à V/ espera. Quem o quiser adquirir, pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora - https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a1263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306) ou ainda directamente à APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma).
Aproveito ainda esta oportunidade para solicitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que desde já vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
Falta dizer que o livro está disponível em Portugal e no Brasil e que o PVP (preço de venda ao público) é de, para Portugal, EUR: 14,00 € (catorze euros), e para o Brasil, BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais).
(caso esteja no Brasil e deseje adquirir o livro online, pode também fazê-lo através da editora, https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha)



E por hoje é tudo.

Até uma próxima oportunidade.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Boas Festas! (24/12/2017]






Olá, como estão?


Venho por este meio desejar as maiores e melhores Boas Festas: um muito Feliz Natal, rodeado de quem mais amam, e um excepcional e próspero Ano Novo, repleto de objectivos cumpridos, obstáculos ultrapassados e sonhos realizados.

Quem também vos quer apresentar os votos de Boas Festas, são a Matilde, o Lucas, a Alice, o Lourenço, a Carlota, o Salvador, a Maria Lia, o Armando, a Rute, o Eduardo, a Raquel, o Vicente, a Rebeca, o Amílcar, a Edviges, o Saúl, a Mariana e muitos mais: são todos personagens presentes no meu livro de contos “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)”.

Aproveito ainda esta oportunidade para, pela última vez este ano, promover o meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), patrocinado pela APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu). Convido-os a descobrir esta parte de mim: são 21 contos diferentes e totalmente independentes entre si. Abordam os mais variadíssimos temas e suscitam (pelo menos, é esse o meu desejo) uma miríade de emoções. Ao mesmo tempo, o livro serve de veículo para alertar, desmistificar, sensibilizar e consciencializar os possíveis leitores para a questão das ataxias hereditárias – o que são e como se manifestam. Apresento também um testemunho pessoal de como é e o que significa viver com ataxia – no meu caso pessoal, ataxia de Friedreich. Caso aceite este meu convite e se decidam a “mergulhar” e descobrir esta parte de mim, espero sinceramente que se divirtam a ler este livro; tanto, como eu me diverti a escrevê-lo. Quem o quiser adquirir, pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora - https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a1263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306) ou ainda directamente à APAHE (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma).
Aproveito ainda esta oportunidade para solicitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que desde já vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
Falta dizer que o livro está disponível em Portugal e no Brasil e que o PVP (preço de venda ao público) é de, para Portugal, EUR: 14,00 € (catorze euros), e para o Brasil, BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais).




E por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.


segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Tiro(s) ao lado (04/12/2017)



Olá, como estão?




Ontem, dia 03 de Dezembro, assinalou-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, nas quais eu me incluo – estou numa cadeira de rodas devido a padecer de uma doença genética neurodegenerativa: a malfadada ataxia de Friedreich.



E hoje vou falar/escrever sobre tiro(s) ao lado…

1.º tiro:
Vocês ouviram aqueles deputados do PSD acusar o ministro do Ambiente de alarmismo só porque ele se atreveu a falar da possibilidade do racionamento de água?... Não é por nada, mas aqueles deputados estavam bêbados ou quê?.... Peço muita desculpa se ofendi alguém, mas o que é que querem que vos diga?.... Sim, porque eu não sei onde é aquela gentinha vive, mas uma coisa eu sei com toda a certeza: não é nesta santa terrinha.
Se fosse por mim, o racionamento de água tinha logo começado no fim do Verão. Claro que seria um racionamento condicionado, ajustável mediante as condições se apresentassem. Mas quanto mais cedo, melhor. Vocês sabem como é: o seguro morreu de velho e a prudência foi-lhe ao enterro.

2.º tiro:
Com toda certeza que já se depararam, de uma maneira ou de outra, com a campanha “Vamos fechar a torneira à seca”. Por mais que eu concorde com a mensagem, o que eu concordo e muito, infelizmente também acho que a campanha é absolutamente inútil.
Porque a verdade, nua e crua, é que as pessoas, e eu estou a falar no sentido mais lato da palavra, não costumam ser sensíveis a este tipo de campanhas. De nada vale a pena apelar ao bom-senso das pessoas, quando o mesmo é inexistente.
É triste, mas é verdade. E não estou a ser pessimista: antes realista… pragmática. 
Normalmente a coisa só lá vai com medidas se forem “a doer”…

3.º tiro:
E esta história do IPMA não conseguir acertar numa previsão que seja?... Quantas e quantias vezes no site do IPMA estão previstas umas certas condições meteorológicas, mas não é nada disso que se vê e sente?... Sabem o que eu vos digo? IPMA. Instituto Português do Mar e Atmosfera? Não. Antes Intrujões, Patranheiros, Mentirosos e Aldrabões. Desculpem lá, mas o que é queriam?... Não conseguem dar uma para a caixa – é cada tiro ao lado, que até doí… Eu não quero acreditar que a incompetência seja um requisito obrigatório para trabalhar lá por aquelas bandas. Prefiro acreditar que o equipamento que possuem está completamente obsoleto, a precisar de uma reforma urgente.

4.º tiro
Por falar no IPMA, a Proteção Civil e todo o seu trabalho não assenta, sobretudo e maioritariamente, nas previsões e informações facultadas pelo IPMA? E se o equipamento do IPMA estiver mesmo obsoleto, como é que a Proteção Civil pode desenvolver o seu trabalho?


Aproveito ainda esta oportunidade para vos falar de um assunto que eu, com toda a certeza, não quero nem pretendo que seja um tiro ao lado: o meu livro.
O Natal está já aí, a aproximar-se a passos largos, cada vez maiores… Se está completamente “à nora” e não faz mesmo a mínima ideia do que vai oferecer, que tal um livro? E porque não o meu livro de contos, “’Tás com a mosca, ou cheira-te a palha? (Pela desmistificação, sensibilização e consciencialização das ataxias hereditárias)” (Chiado Editora), patrocinado pela APAHE – Associação Portuguesa de Ataxias Hereditárias (http://www.apahe.pt.vu)? Convido-os a descobrir esta parte de mim: são 21 contos diferentes e totalmente independentes entre si. Abordam os mais variadíssimos temas e suscitam (pelo menos, é esse o meu desejo) uma miríade de emoções. Ao mesmo tempo, o livro serve de veículo para alertar, desmistificar, sensibilizar e consciencializar os possíveis leitores para a questão das ataxias hereditárias – o que são e como se manifestam. Apresento também um testemunho pessoal de como é e o que significa viver com ataxia – no meu caso pessoal, ataxia de Friedreich. Caso aceitem este meu convite e se decidam a “mergulhar” e descobrir esta parte de mim, espero sinceramente que se divirtam a ler este livro; tanto, como eu me diverti a escrevê-lo. Quem o quiser adquirir, pode fazê-lo de várias formas: em livraria, online (Chiado Editora - https://www.chiadoeditora.com/livraria/tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha, Bertrand - https://www.bertrand.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306, FNAC - https://www.fnac.pt/Tas-com-a-Mosca-ou-Cheira-te-a-Palha-Fatima-d-Oliveira/a01263861, WOOK - https://www.wook.pt/livro/-tas-com-a-mosca-ou-000000000000000cheira-te-a-palha--fatima-d-oliveira/19677306) ou ainda directamente à APAHE (E-mail: apaheportugal@gmail.com ou mensagem privada no Facebook da APAHE, https://www.facebook.com/associacaoportuguesadeataxiashereditarias/ - os fundos angariados com a venda deste livro pela APAHE revertem, inteira e exclusivamente, a favor da mesma).
Aproveito ainda esta oportunidade para solicitar a V/ ajuda: manifestem as V/ opiniões acerca deste meu livro na página respectiva, https://www.facebook.com/fatimadoliveira2/, que desde já vos convido a conhecer e a gostar. Nesta mesma página está publicada uma nota, cujos comentários estão reservados para isso mesmo: para dizerem da V/ justiça.
Falta dizer que o livro está disponível em Portugal e no Brasil e que o PVP (preço de venda ao público) é de, para Portugal, EUR: 14,00 € (catorze euros), e para o Brasil, BRL: 56,00 R$ (cinquenta e seis reais).
Apresento ainda os desejos de Boas Festas e boas leituras!


E por hoje é tudo.
Até uma próxima oportunidade.